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11.5.16

O que vai escolher?

E estamos nós perante o velho dilema do copo. Este está meio cheio ou meio vazio? Teríamos a abordagem filosófica do otimismo, do pensamento de Leibniz, de Voltaire ou abordagem psicológica associada à auto-estima?
Confesso que não consigo enquadrar aqueles que, teimosamente - porque não acredito que alguém seja sempre pessimista sem ir ao médico – conseguem ver o dark side de tudo o que se passa no concelho. Vem isto a propósito do alvoroço criado em torno do estudo  Portugal City Brand Ranking” da Bloom Consulting que, resumidamente, faz um ranking das “marcas” das cidades portuguesas, baseado em pesquisas on-line, captadas por uma ferramenta “Digital Demand D2” que pesca as buscas efetuadas nas áreas de Negócios, Visitar e Viver, dos 308 municípios nas redes sociais. A esta informação juntam uns índices estatísticos e aí temos os resultados.
As hordas dos pessimistas animaram (mesmo que pareça um contrassenso) quando leram que Felgueiras tinha perdido, por comparação com outros concelhos, nas áreas de Negócios e Visitar.
O ranking de negócios é baseado nas empresas, crescimento empresarial e emprego. Não é conhecido o número de pesquisas nas redes sociais utilizadas para aferir o lugar do concelho de Felgueiras, mas os felgueirenses sabem que o ano de 2015 foi pior que o de 2014 no que diz respeito à atividade empresarial, ao crescimento da nossa indústria do calçado, e que temos uma das mais baixas taxas de desemprego do país. Também sabem que o executivo PSD tudo tem feito para promover e ajudar a promover, quer com iniciativas locais ou internacionais, o tecido empresarial felgueirense, não apenas do calçado, mas da gastronomia e doçaria, vinhos e kiwis. Ouvem-se os pessimistas dizer, com razão e lógica, nos melhores momentos, que o mérito do sucesso é dos empresários e não por intervenção política. Assim o é, não o sendo também quando as coisas correm menos bem. É que para lá de todo o esforço dos empresários e da ajuda que a autarquia possa dar, há aquilo a que os economistas chamam de Mercado, com um eme grande e tudo, que não é mais do que um mercado das hortaliças onde todos vamos mas só compra quem tem dinheiro ou crédito e, neste momento, os mercados de exportação habituais mostram sinais de retração. E contra isto, não há pessimista que aguente uma boa partilha no facebook a dizer que isto está mau.
O ranking Visitar é baseado no número de dormidas, capacidade hoteleira e taxa de ocupação. Apesar de eu ter quase a certeza que a maioria dos felgueirenses dorme bem, com exceção dos pessimistas - porque no dia seguinte têm que se queixar de algo – e dos caloiros da ESTGF, é um facto conhecido, há longos anos, que não temos unidades hoteleiras que gerariam dormidas e aumentava a taxa de ocupação, vejam lá! Simples, não? Pena é não termos hóteis, nem sequer móteis, para fazer subir Felgueiras no ranking a visitar.
O terceiro e último indicador é o Viver, baseado na “população, taxa de desemprego, criminalidade, poder de compra, ensino superior, saúde, etc.” É do conhecimento público que felgueiras aumentou a sua população e eleitores e, é uma fatalidade, o número de pessimistas não convictos, estirpe pior que os convictos que pelo menos sabem o que são. A taxa de desemprego, como já referi, é das mais baixas do país, não há criminalidade violenta, o índice de poder de compra de Felgueiras aumentou, segundo o INE, vertiginosamente – o último pessimista convicto que ainda lia a crónica, desistiu agora. O ensino superior não podia estar melhor com o reforço e afirmação da ESTGF, no panorama do Instituto Politécnico do Porto mas também na região, fruto do excelente trabalho que tem vindo a ser exercido pela sua presidente Doutora Dorabela Gamboa, e com algum contributo da autarquia com as parcerias e trabalho de bastidores que tem vindo a ser feito.
Mais do que otimistas e pessimistas, o que Felgueiras precisa é de gente orgulhosa da sua terra, independentemente do que se fez ou não, gente que demonstre esse orgulho através de contributos válidos, plausíveis, exequíveis. Que defenda Felgueiras como o seu clube de futebol, independentemente deste jogar melhor ou pior.  Faça a sua escolha.

[Expresso de Felgueiras, 24 abr]

18.10.10

The Best Brand. YOU !!!


Nunca, como hoje, foi tão importante a imagem pessoal. Não me refiro apenas aos profissionais de vendas, todas as áreas profissionais estão incluídas. Quer seja o Primeiro-Ministro de um país (com assessores nessa área) ou um mais humilde pedreiro, todos precisamos de vender a nossa “marca pessoal”.
Mas afinal o que é isso da “marca pessoal”? Todos nós criamos uma imagem nos outros, positiva ou negativa, com base em vários factores. Desde o aspecto físico, traje profissional, forma como cumprimentamos, relações profissionais, aconselhamento, capacidade técnica e aquele monte de coisas que quase todos sabemos por intuição. Mas, então, o que faz a diferença nos dias de hoje?
Desde tempos imemoriais que qualquer profissional vive da imagem que transmite e da quantidade de WOM (Word of Mouth) que gera. A vizinha gostou tanto do trabalho que o Sr. Manuel fez ao pintar a sua casa que vai aconselhar o serviço a quem dele precisa. Continuamos da mesma forma. Mas, atendendo ao nível de concorrência existente, a necessidade de estar sempre presente no mercado aumentou. A presença no mercado não tem que ser através do “marketing convencional”, publicitando os produtos/serviços, mas sim, de competências de serviço. Se existem dez pastelarias numa zona habitacional, o que faz com que aquela esteja sempre cheia e as outras não? Todas têm pão, pastelaria variada e a marca de café é a mesma. O que faz a diferença são as Competências do serviço. É a funcionária saber que eu tomo café àquela hora, como eu gosto do café e que tipo de pão compro e como gosto que vá acondicionado. É saber, por exemplo, que quando eu estou a ler o jornal ou um livro, não deve colocar a chávena de café do meu lado esquerdo, muito menos em cima do jornal! – facto que não percebo, já que a grande maioria da população é dextra. Por isso as competências do serviço são tudo, os pormenores são tudo e o serviço de excelência, o objectivo. Mas como chegar lá se ninguém sabe?
Aí entram as novas ferramentas: as redes sociais como o Facebook, Twitter, Linkdin, etc…
Primeira decisão que tem que tomar. Quer usar as redes sociais de uma forma “social” (desculpem a redundância), i.e., de uma forma de partilha de amizades, fotos de festas, encontrar e fazer amigos, ou, por outro lado, de uma forma profissional?
Se quer usar de uma forma profissional – é isso que abordo – deverá então maximizar o uso, dando a conhecer o que melhor tem: as suas Competências. Seja qual for a sua profissão, uma página de informações completa e esclarecedora, contactos profissionais – atenção que também anda por aí gente muito mal intencionada – ajuda numa primeira apresentação. O mais importante vêm a seguir. Os conteúdos da sua página, ou o que twitta, são a sua imagem e ninguém vai contratar um profissional, se as fotos em que aparece forem de festas onde está embriagado! Escreva sobre o que faz (seja o que for!), mostre novas ideias, tendências, alternativas e porque as defende. Seja fiel e constante às suas ideias e justifique. Mas todos nós queremos conhecer “a pessoa por trás do fato” e por isso, os seus gostos pessoais, as suas músicas, os seus livros, também podem lá estar, afinal fazem parte da sua marca: VOCÊ !!