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8.11.19

Chega, Iniciativa Liberal e Livre sem tempos atribuídos no debate quinzenal

Os partidos Livre, Iniciativa Liberal e Chega, ficaram sem tempo de intervenção para o debate quinzenal, depois do BE, PCP, PEV e PS terem votado contra.
Isto acontece porque os partidos não são grupos parlamentares por só terem um deputado. De recordar que na passada legislatura foi criado um regime de exceção para o PAN que pôde assim intervir.
Vê-se que os partidos mais à esquerda perceberam que depois de eleger um deputado, este, com dose certa de populismo (veja-se o PAN), consegue fazer crescer o grupo parlamentar. O Livre teve apenas azar de ser apanhado no conjunto. 

18.8.16

E que tal “PS recusa identificar os fornecedores ao Tribunal Constitucional”?

Hoje o Expresso publica uma notícia sobre as contas das eleições legislativas de 2015, sobre o título “Publicitário custou € 475 mil à coligação PSD – CDS”, dando destaque à contratação do publicitário brasileiro André Gustavo, referindo que este foi “mencionado acusado indiciado recentemente na investigação da Operação Lava Jato”.
Lá pelo meio refere que “Já o PS pagou 751 mil euros pela decoração de salas, a iluminação e o som para 18 comícios à AEDIS - Assessoria e Estudos de Imagem, empresa de que é sócio Domingos Ferreira, antigo militante do PS” e que esta é “sistematicamente uma das maiores empresas fornecedoras do PS nas campanhas eleitorais, sem que para isso passe por concursos”.

Estes factos já são mais graves que o referido sobre a campanha do PSD. Mas a coisa não fica por aqui. É que segundo a notícia do Jornal de Negócios que, aliás, tem a mesma fonte que a do Expresso, o jornal Público, há algo de maior gravidade que nem o Público nem o Expresso chamam a título.

“O que fica por perceber é a razão pela qual o PS opta por não identificar fornecedores na sua prestação de contas e persiste em entregar contratos milionários a uma empresa liderada por um militante e antigo funcionário, sem consulta ao mercado, isto após já ter sido repreendido várias vezes pelo Tribunal Constitucional. Estes contratos com o PS explicam três quartos da facturação total anual da AEDIS, que ascendeu a cerca de um milhão de euros, com os quais Domingos Ferreira só gerou mil euros de lucro no ano passado.”

São opções editoriais francamente tendenciosas. No mínimo.

5.11.13

(des)Entendimentos

Oiço todas as vozes dizer que é necessário um entendimento alargado, que é necessário dialogar, incluindo até os sindicatos. Todos, menos o PS e António José Seguro. Confesso que não percebo – e julgo que posso concluir que a maioria dos portugueses também não – por que motivo Seguro não se quer sentar à mesa de negociações. Como disse Cavaco Silva, a maioria dos países da Europa conseguiu implementar medidas mais favoráveis, com a abertura ao diálogo, à participação de todos os partidos para contribuírem para uma solução duradoura e que se prolongue no tempo. Mas em Portugal tal não é possível. São as oposições que pretendem que este Governo se esfarele todo, o Governo que quer amarrar a oposição, uns de um lado, amanhã do outro, mas todos a defender apenas o seu pequeno quintal. Entretanto continuamos todos aqui…

26.8.06

Cada cabeça sua sentença

E em cada Distrital do PSD uma postura diferente. No caso de Setúbal, a Distrital é da opinião que face à renúncia do comunista Carlos Sousa não deve pedir eleições antecipadas. Já no caso da do Porto, e reportando ao caso da «fuga/exílio» de Fátima Felgueiras em 2002, pressionou os vereadores sociais-democratas (e os que vinham na lista a seguir, onde eu me incluía) a apresentarem a renúncia, como forma de fazer cair a autarquia, apesar de ter quatro vereadores em sete. Como se estava à espera, os vereadores socialistas não apresentaram a demissão e o PSD ficou sem vereadores (e sem uma área essencial à oposição) durante três anos.

20.1.05

Trinta dias

Trinta dias nos separam das eleições legislativas. Aí, nas urnas, os portugueses vão escolher quem querem a governar. A alternativa ao partido do Governo é, por ser o maior partido da oposição, o PS. O PS do Engº Sócrates que não se define, hesita, leva o seu partido para uma campanha de total desacreditação da classe política. O PS vê ainda Mário Soares, um dos "senadores", como lhe chamou hoje JPP no seu artigo de opinião no Público, elogiar o "programa" do Bloco de Esquerda, apelando explicitamente ao voto útil no BE. Claro que ainda não entramos na verdadeira campanha eleitoral mas o que temos aqui é um PS cada vez mais "guterrista", não decidido, a adiar, sem tomar as medidas necessárias e a dizer preto do branco o que quer para Portugal, como quer fazer e como vai fazer.

17.1.05

Um Rumo

Depois da inútil confusão de volta dos cartazes do PSD, com ou sem imagem do Prof. Cavaco Silva, das cores e mensagem do outdoor "contra ventos e marés", o PS apresentou o seu. "Agora Portugal vai ter um rumo", com o devido destaque gráfico no "Portugal" e no "um Rumo". O marketing tem destas coisas, associar ideias e induzir linhas de raciocínio. O mais distraído até podia pensar que o Engº Sócrates apresentou alguma solução, ou ideias concretas para problemas ainda mais concretos, mas não. O que vi até agora foi nada, não há uma única solução, só promessas vagas e demagógicas.

15.1.05

Sondagens

Segundo o último estudo da Eurosondagem, para a SIC, Expresso e Rádio Renascença, apesar do PS continuar a liderar as sondagens, cai mais que o PSD. Quem parece estar a beneficiar é o BE que subiu mais de 1%. É já uma repercussão do desnorte do Engº José Sócrates nesta semana, optando os eleitores pelo voto útil. Outro facto importante é que as declarações do PS passam a ser feitas por António Vitorino como forma de preservar a imagem do candidato, estratégia sempre utilizada pelos partidos políticos quando o líder está debaixo de fogo.