Nós não somos do século de inventar
as palavras. As palavras já foram inventadas...
Nós somos do século de inventar outra vez
as palavras que já foram inventadas.
Almada Negreiros
18.8.05
17.8.05
16.8.05
Perto de quê?
Por que carga de água haveria de querer, um empresário inteligente e com visão estratégica, investir em Portugal? Por muito poucos – ou nenhuns – motivos.
Em conversa com uns amigos, relembramos a época de quando ainda não estava ligada a A1, Porto – Lisboa. Que era uma desvantagem competitiva para o norte do país, uma vez que as empresas acabavam por ficar sediadas em Lisboa. O facto é que quando a ligação ficou concluída o que se verificou é que não houve deslocalização sul-norte mas sim o inverso. O Porto não ficou mais perto de Lisboa. Lisboa é que ficou mais perto do Porto. Isto a propósito da OTA. Não vai ficar Madrid mais perto de Lisboa, do que Lisboa de Madrid?
Sobre o impacto das vias de comunicação no desenvolvimento regional, também já escrevi aqui.
Em conversa com uns amigos, relembramos a época de quando ainda não estava ligada a A1, Porto – Lisboa. Que era uma desvantagem competitiva para o norte do país, uma vez que as empresas acabavam por ficar sediadas em Lisboa. O facto é que quando a ligação ficou concluída o que se verificou é que não houve deslocalização sul-norte mas sim o inverso. O Porto não ficou mais perto de Lisboa. Lisboa é que ficou mais perto do Porto. Isto a propósito da OTA. Não vai ficar Madrid mais perto de Lisboa, do que Lisboa de Madrid?
Sobre o impacto das vias de comunicação no desenvolvimento regional, também já escrevi aqui.
Posta titânica
O exercício de manter um blogue actualizado é coisa para titãs. A disposição, que não é a mesma todos os dias, deixa-me ficar mal perante leitores tão assíduos...
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