A cada dia que passa e a cada noticiário, me convenço – já não seria necessário – do saco mal ataviado que Mário Soares se transformou. Já não há pachorra que o aguente, ora a falar de economia ora a falar do preto da Casa Africana. Há de tudo para todos os gostos. Nunca gostei dele, verdade seja dita, mas tinha de mim quase o mesmo respeito que nutri por Álvaro Cunhal, agora nem isso.
23.11.05
18.11.05
Pequeno «feito»
17.11.05

Se eu fosse astronauta, e estivesse na lua a 382.349 Km era assim que via a terra, neste preciso momento 17:27:04
Que estamos a fazer?
Fonte: Earth and Moon Viewer
16.11.05
Faz o que eu digo, não o que eu faço
Nessas coisas da política há sempre dois, ou mais, lados da mesma estória. A estratégia adoptada por um dos candidatos é criticada pelos outros que se estivessem na mesma posição a adoptariam. A estratégia utilizada por José Sócrates nas legislativas de 2005 e de Durão Barroso nas de 2002, de não falar, não dizer, não comunicar é «normalmente» adoptada por quem vai à frente nas sondagens, por forma a não se desgastar (na minha modesta opinião se a campanha de Durão Barroso em 2002 tem durado mais oito dias o PSD podia não ter vencido). Ora aquilo que Cavaco Silva está a fazer é «legítimo» em termos de estratégia, tal qual aquilo que os adversários fazem de o querer obrigar a falar. O que estou é farto de os ouvir a criticar a falta de ideias e projectos de Cavaco, quando eles próprios apresentam… a critica do silêncio.
Claro que, pessoalmente, preferia ver um verdadeiro debate de ideias.
Claro que, pessoalmente, preferia ver um verdadeiro debate de ideias.
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