Depois de passada a fase de reconhecimento do «pequeno canto», fiz uma tentativa, de uma primeira grande conversa temática sobre o mundo com a minha filhota. E toca a mudar para a SIC-N e passar a explicar que aqueles senhores que se estão a matar uns aos outros, estão do mesmo lado contra os cartoons e não uns contra os outros, que aqueles outros de vermelho são a melhor equipa do mundo mas continuam a perder (aqui ela sorriu), que o Belmiro é um senhor que é dono da loja onde o pai compra as fraldas e quer comprar a maior empresa portuguesa. Tive que explicar, também, que aquele lugar onde estava tanta gente a rezar é o mesmo onde foi tanta gente passear e agradecer uma eleição, mas que uma coisa não tinha nada a ver com a outra. Expliquei também que embora desapareça um bebé recém-nascido do hospital, estamos num país seguro e que o nosso ministro dos negócios estrangeiros tem aquele ar tontinho mas deve saber o que faz (esperança). Achei melhor mudar de canal…
21.2.06
15.2.06
E que zanga!
Hoje o meu rebento conseguiu zangar-se. Chorou 2 minutos seguidos sem parar! Estava mesmo cheia de fome
13.2.06
Eu tenho um tabu
«Eu tenho um tabu, não suporto ver camelos a disparar para o ar. Acho que vou boicotar os produtos do Hamas. Isso, claro, no dia em que eles produzirem alguma coisa.»
Estas palavras não são minhas, são de Ferreira Fernandes na sua habitual crónica da Sábado (link não disponível).
Eu sou daqueles que acha que deveria ser possível rezar ao meu Deus numa mesquita, tal qual seria possível um muçulmano rezar numa igreja. Obviamente eu deveria respeitar as regras estabelecidas, como por exemplo rezar descalço, assim como as outras religiões deveriam respeitar os templos católicos, ou outros. Isso, infelizmente, não acontece.
Para lá do mundo ideal que obviamente não existe, temos a realidade. Um mundo imperfeito e feito de imperfeições que nós humanos somos. E como tal, tenho o direito de dizer o que penso, o que sinto, mesmo que isso possa ofender o outro. Sou imperfeito porque tenho opinião e nem sempre é coincidente com a do outro, mas porque discordo dele não lhe parto a cabeça.
As opiniões impõem limites, nas relações pessoais e das nações. Todos testamos os limites, sem que (nem sempre) nos matemos uns aos outros.
Eu também tenho um tabu. Detesto ver gente já de si pobre, explorada, sem futuro, a ser usada pelos seus líderes sem escrúpulos, por aqueles que lhes dizem que os defendem. E a esses partia-lhes a cabeça, pudera eu.
Estas palavras não são minhas, são de Ferreira Fernandes na sua habitual crónica da Sábado (link não disponível).
Eu sou daqueles que acha que deveria ser possível rezar ao meu Deus numa mesquita, tal qual seria possível um muçulmano rezar numa igreja. Obviamente eu deveria respeitar as regras estabelecidas, como por exemplo rezar descalço, assim como as outras religiões deveriam respeitar os templos católicos, ou outros. Isso, infelizmente, não acontece.
Para lá do mundo ideal que obviamente não existe, temos a realidade. Um mundo imperfeito e feito de imperfeições que nós humanos somos. E como tal, tenho o direito de dizer o que penso, o que sinto, mesmo que isso possa ofender o outro. Sou imperfeito porque tenho opinião e nem sempre é coincidente com a do outro, mas porque discordo dele não lhe parto a cabeça.
As opiniões impõem limites, nas relações pessoais e das nações. Todos testamos os limites, sem que (nem sempre) nos matemos uns aos outros.
Eu também tenho um tabu. Detesto ver gente já de si pobre, explorada, sem futuro, a ser usada pelos seus líderes sem escrúpulos, por aqueles que lhes dizem que os defendem. E a esses partia-lhes a cabeça, pudera eu.
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