8.3.06

Nunca pensei.

Confesso. Fiquei surpreendido, a propósito do Dia Internacional da Mulher e do alegado «sexo frágil», usarem como exemplos de força, Tarja Halonen, Hillary Clinton e… Fátima Felgueiras.

Santa Geração?

Não aqui não há santos, e eu sempre estive aqui. É seguir em frente.

Não é todos os dias?

No Dia Internacional da Mulher, para lá de odes e poemas, vejo ainda resquícios de uma cultura machista. Algumas alas políticas resolveram recuperar a questão das quotas para as mulheres, sejam elas nos partidos, parlamento e alguns defendem até que na vida civil. Ora na minha modesta opinião só esse facto já é redutor da condição de Mulher. As mulheres devem estar nos lugares por direito – que o têm – e não porque têm lá um lugar «reservado» fruto das quotas disponíveis.
Como estes problemas não se discutem todos os dias, para o próximo ano há mais.