28.4.06
Mas quem me manda?
É verdade que tenho um trauma a jogar futebol, sempre tive, talvez porque desde a antiga escola primária a minha evidente falta de jeito era já notória. Era sempre o último a ser escolhido por qualquer equipa e também as havia que preferiam jogar com menos um jogador do que comigo a atrapalhar. Mas, anuindo a um convite para jogar, por gente que desconhecia as minhas aptidões futebolísticas, ou a falta destas, aqui vou eu, equipado a rigor. No fim do jogo, e depois de uma derrota de sete a cinco fiquei com o gosto de ter marcado dois golos, uma unha negra cheia de sangue, uma ida ao hospital, dois furos na unha com uma agulha quente para tirar o hematoma e nunca mais jogo à bola!
20.4.06
acrânio momento
Meu querido diário (de nem todos os dias). Encontro-me estupidamente acrânio. Não há nada que saia, nem nas piores condições, nem um dito bárbaro, hediondo sequer, nada. É um vazio tal de ideias.
19.4.06
É matemática
O meu amigo Carlos Pereira é um génio pronto a ser descoberto. Desenvolveu um jogo de matemática, para miúdos e graúdos. Apenas necessita de ajuda para o publicar. Alguém sabe como o pode fazer?
12.4.06
Ídolos com pés de barro
Ouvi, (julgo eu que bem) num qualquer canal, que o nosso internacional Sérgio Conceição, apanhou 4 meses de suspensão por ter cuspido num adversário e ter atirado com a camisola ao árbitro. O que me espantou, não foi a atitude (no futebol já nada me espanta) mas sim a defesa dele. Esta alegou o empenho do jogador fora dos campos de futebol, com as crianças mais desfavorecidas. Mas então, sendo ele um ídolo para as crianças não se deveria comportar como tal?
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