Lá pelo meio refere que “Já o PS pagou 751 mil euros pela decoração
de salas, a iluminação e o som para 18 comícios à AEDIS - Assessoria e Estudos
de Imagem, empresa de que é sócio Domingos Ferreira, antigo militante do PS”
e que esta é “sistematicamente uma das
maiores empresas fornecedoras do PS nas campanhas eleitorais, sem que para isso
passe por concursos”.
Estes factos já são mais graves
que o referido sobre a campanha do PSD. Mas a coisa não fica por aqui. É que
segundo a notícia
do Jornal de Negócios que, aliás, tem a mesma fonte que a do Expresso, o jornal
Público,
há algo de maior gravidade que nem o Público nem o Expresso chamam a título.
“O que fica por perceber é a
razão pela qual o PS opta por não
identificar fornecedores na sua prestação de contas e persiste em entregar
contratos milionários a uma empresa liderada por um militante e antigo
funcionário, sem consulta ao mercado,
isto após já ter sido repreendido várias
vezes pelo Tribunal Constitucional. Estes contratos com o PS explicam três quartos da facturação total anual da
AEDIS, que ascendeu a cerca de um milhão de euros, com os quais Domingos
Ferreira só gerou mil euros de lucro no
ano passado.”
São opções editoriais francamente tendenciosas. No mínimo.
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